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Didgeridoo Aumkar

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As informações sobre os Didgeridoos Aumkar, que produzo e envio por transportadora a diferentes estados do Brasil desde o ano de 2005, estão agora inseridas dentro deste site do Espaço Presença, que se refere aos Retiros de Meditação focalizados por mim, Nisargan. Assim, os Menus acima se referem a estes Retiros, e não aos Didgeridoos!

Este “casamento” entre Didgeridoo e Meditação é, na verdade, bastante natural para quem conhece ambos… Tocar Didgeridoo pode se tornar facilmente uma poderosa e agradável Meditação!

Nenhum texto alternativo automático disponível.O valor de um Didgeridoo Aumkar é de 190 reais mais o valor da transportadora, que depende da cidade e do estado de destino. Por estarmos localizados no estado de São Paulo, o valor mais barato é para o envio dentro deste estado. Para sua referência, o valor da transportadora para a grande maioria das cidades do estado de São Paulo é de 26 reais.

O valor de uma resistente capa com alça (para facilitar o ir e vir com o instrumento) é de 50 reais (opcional).

Para pedidos, saber sobre promoções, saber sobre possibilidade de parcelamento pelo PagSeguro, forma de envio e outras informações, entre em contato por:

Observação:  informe sua cidade e estado, para que possamos lhe dar uma estimativa do valor da transportadora!

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A Palavra “Aumkar”

“Aumkar” significa o som eterno, o som supremo, o som de todos os sons, o som não criado, o som sem som, o som que sempre esteve presente, o som da própria existência, o próprio portal para a existência, o palpitar do coração da existência, a ponte para o templo do divino…

O som do Didgeridoo é uma boa representação de Aumkar, tanto mais quanto mais a consciência de quem o toca estiver no momento presente! 

Material

“Quando o ego desaparece, você se torna simplesmente um bambu oco, um instrumento de sopro nos lábios de Deus.” (Osho)

“Podemos facilmente viver sem carne, mas não sem bambu.” (Confúcio)

Nenhum texto alternativo automático disponível.Bambus são milenarmente conhecidos como tendo a ressonância ideal para instrumentos de sopro, bastando para isso usarmos as espécies adequadas para cada tipo de instrumento.

Os Didgeridoos Aumkar são feitos com uma espécie diferenciada de bambu, chamada MADAKE (Phyllostachys Bambusoides), que além de seu diâmetro e ressonância ideais para este instrumento, o que lhe dá uma excelente sonoridade, é leve e muito pouco vulnerável a pragas, por conter menos amido e uma seiva amarga.

Outra importantíssima vantagem do bambu Madake é ser muito resistente a condições climáticas adversas, diferentemente de outras espécies de bambu com porte compatível para a feitura de um Didgeridoo, como por exemplo o bambu Mossô e o Hatiku, que trincam ou racham com frequência em períodos de baixa umidade do ar.

Além disso, do ponto de vista ecológico, os bambus também são os melhores materiais para se fazer Didgeridoos, já que o bambu é a planta do planeta que cresce mais rápido, tendo assim um elevado poder de sequestro de carbono. Lembramos que eles são colhidos já maduros, portanto, em uma fase que não vão mais crescer. Outro fator favorável aos bambus é que são notórias suas propriedades de conservação do solo.

Mais um ponto ecologicamente vantajoso é que ao cortarmos uma vara do MADAKE, não estamos matando a planta, já que essa é formada por um conjunto de varas unidas entre si por uma raiz chamada rizoma. Assim, ao cortarmos uma vara, estamos dando força ao conjunto restante, o que facilita a formação de uma nova vara.

Essa espécie de bambu não é de touceira, mas alastrante, isto é, as varas não são agrupadas formando uma moita, e sim estão bem separadas entre si, unidas pelo rizoma, formando um bosque.

Como todo bambu, o MADAKE tem gomos ocos separados por anéis, os quais precisam ser totalmente rompidos para criar o Didgeridoo, menos o anel correspondente ao bocal, que requer uma escultura especial.

Observação importante: os bambus Madakê não precisam receber nenhum verniz ou qualquer outro produto de proteção externa, pois têm uma resina natural que o protege e lhe dá brilho. Nos Didgeridoos Aumkar, apenas o bocal, sua base e seu interior recebem verniz ou selador para aumentar a conservação do instrumento, diminuir a possibilidade da ocorrência de mofo e por questão de higiene, já que é normal o umedecimento de sua parede interna pela saliva.

Colheita dos Bambus

Para manter a alta qualidade dos Didgeridoos Aumkar, os bambus MADAKE são sempre colhidos na época ideal: já amadurecidos (em geral, quando têm mais de 4 ou 5 anos de idade), em períodos de seca, que na região de sua plantação correspondem geralmente aos meses de maio, junho, julho e agosto (meses sem a letra R), no terceiro ou quarto dia da lua minguante e bem cedo pela manhã.

Outro ponto é que a vara do MADAKE é cortada a aproximadamente 15 cm do solo logo acima de um de seus anéis. Assim, não se coleta água de chuva dentro do toquinho que restou, impedindo a criação do mosquito da dengue e o apodrecimento desse toquinho, o que prejudicaria o rizoma.

Bocal

Nenhum texto alternativo automático disponível.Uma grande vantagem dos Didgeridoos Aumkar é que neles não há necessidade de estreitar o bocal com cera de abelha ou com qualquer outra substância externa ao bambu, já que seu próprio anel esculpido é usado para esse fim.

Desse modo, a resistência dos bocais de nossos Didgeridoos é bem maior do que se o seu estreitamento fosse feito por substâncias outras que não o próprio bambu, além de não se ressecarem com o tempo e de poderem ser usados com tranquilidade por veganos (ausência de cera de abelha).

Nenhum texto alternativo automático disponível.Observação: às vezes, quando o anel tem a superfície acentuadamente mais funda no centro do que na sua borda, usamos uma mistura de cola com pó de serra fino não para estreitar o anel, mas para elevar a sua superfície.

Tamanho

Em geral os Didgeridoos Aumkar têm entre 1,30m a 1,40m de comprimento e entre 6,0cm a 8,5cm de espessura, aproximadamente.

A qualidade sonora de um Didgeridoo depende muito de uma boa proporção entre comprimento e espessura. As boas proporções variam conforme o material de que é feito o Didgeridoo. Assim, uma determinada proporção entre comprimento e espessura pode ser boa para um material, mas não ser boa para outro.

Para ilustrar, e considerando um Didgeridoo feito com o bambu MADAKE, um de 1,30m de comprimento com 6cm de espessura tem em geral uma sonoridade melhor do que um de 1,45m de comprimento com os mesmos 6cm de espessura.

Os Didgeridoos Aumkar de aproximadamente 1,30m de comprimento têm normalmente a tonalidade em Dó (se menores que 1,30m, podem chegar a Ré), e os de aproximadamente 1,40m têm normalmente a tonalidade em Si (se maiores podem chegar a Lá e, se ainda maiores, em Sol).

É comum os leigos acreditarem que quanto mais grave o som do Didgeridoo, melhor a sua sonoridade, o que não é necessariamente verdade, pois ao ouvirem diferentes instrumentos com boa sonoridade, a preferência varia muito no espectro dos mais agudos para os mais graves.

Além do critério sonoro, a escolha pode levar em conta a “agilidade” ao tocar. Os mais graves facilitam mais um tocar lento, e os menos graves facilitam mais um tocar rápido, isto é, com rápidas variações sonoras.

Em relação a principiantes, em geral eles têm mais facilidade de aprender com Didgeridoos não tão graves, pois os mais graves exigem maior volume de ar (quanto mais longo o instrumento e maior o diâmetro de sua cavidade, mais grave o seu som).

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